terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Timeline - Sutori

Timeline, por definição, é uma representação linear de eventos, ordenado pela data dos acontecimentos, que visa contar uma história através de fotografias, datas e comentários. A mesma pode ser utilizada para representar eventos históricos, ilustrar evoluções e comparar eventos. A introdução deste tipo de ferramenta educativa permite o contacto inicial com as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Sutori, anteriormente conhecido por HSTRY, é um programa online grátis, que permite a criação de timeline em formato vertical, sem qualquer tipo de conhecimento tecnológico anterior, cujas características permitem convidar amigos e colegas de modo que possam contribuir na sua elaboração. Inclusive possibilita adicionar qualquer tipo de recurso, como imagens, vídeos, perguntas e áudio. Sendo que esta plataforma é uma mistura de uma página web, de uma timeline e do Facebook, 

Apesar de obrigatória esta plataforma faculta diferentes opções de inscrição, podendo escolher entre uma conta pessoal, de estudante ou de educadora/professora, o que por sua vez demonstra a sua orientação para a área de educação. Como educadora/professora, Sutori permite registar a constituição de turmas ou salas em que os alunos/crianças tem acesso às histórias e/ou timeline criadas, o que possibilita uma aprendizagem ativa. Da mesma forma todas as histórias podem ser partilhadas ou embutidas em qualquer website ou blog. 

De modo a demonstrar o seu uso, foi criada uma timeline que representa uma possível rotina de uma criança no Pré escolar. Este caso específico é mais indicado a crianças que apresentem um desenvolvimento mais tardio apelando ao seu sentido visual.




Discente: Ísis Montenegro nº 140142069

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Concurso "Conta-nos uma História"


A origem do concurso “Conta-nos uma história” advém de uma iniciativa promovida pelo Ministério da Educação (ME), através da Direção-Geral da Educação (DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft e a Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI).

O concurso é direcionado a grupos de crianças de estabelecimentos de educação básica, públicos e privados, cuja participação implica uma conceção colaborativa, entre a criança e o educador/professor, através da criação e desenvolvimento de recursos digitais áudio e vídeo. Deste modo o concurso visa incentivar a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), e através do ato de contar histórias, promover a leitura e a criatividade; desenvolver e aprofundar, nos alunos participantes, a expressão escrita e/ou a competência de leitura expressiva, no caso de alunos escreventes, e a criatividade oral, no caso de alunos da educação pré-escolar e envolver os participantes no conto ou reconto colaborativo de histórias.

O docente envolvido no projeto será o responsável pela candidatura ao concurso, pelo que este tem o encargo de garantir a autorização por parte dos Encarregados de Educação para a participação dos educandos, como também preencher o formulário com os seus dados pessoais, da escola e da sua turma. O concurso abrange quatro categorias de candidatura, tais como a Educação Pré-Escolar (em língua portuguesa); o 1.º e 2.º anos do Ensino Básico (em língua portuguesa); o 3.º e 4.º anos do Ensino Básico (em língua portuguesa); e 3.º e 4.º anos do Ensino Básico (em língua inglesa). A introdução da língua Inglesa no currículo do 1.º CEB, nos 3º e 4º anos, justifica o alargamento deste concurso à língua inglesa e nestes anos de ensino. Esta nova categoria, introduzida na presente edição, terá como título: “Once Upon a Time...”.

O projeto envolve a criação de uma história original ou um reconto de histórias já existente (fábulas, parábolas, mitos, lendas, entre outros), contendo um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos. É de notar que o ficheiro áudio e vídeo possuem restrições, o primeiro não deverá exceder os 15 MB nem a duração máxima de 5 minutos e o último não deverá exceder os 40 MB nem a duração máxima de 3 minutos. Através da sua página web, é fornecido recursos pedagógicos e técnicos, nomeadamente exemplos de histórias online e recursos de áudio e vídeo, inclusive é possível verificar histórias de edições anteriores. A 8ª edição do concurso permite inscrições até dia 15 de janeiro de 2017, sendo que o envio dos projetos deverá ser realizado entre o dia 16 de janeiro a 31 de março de 2017.

Discente: Ísis Montenegro nº 140142069

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Reflexão Individual - Segurança na Internet

É incrível hoje em dia o quanto os telemóveis, os tablets, a rede WIFI, etc... enfim toda esta gama de equipamentos e serviços podem facilitar o nosso dia-a-dia, dando o uso mais correcto ou não, este texto faz nos pensar que estes pequenos dispositivos que carregamos dentro dos bolsos são equiparados a armas, quando usadas para “eliminar” a concorrência, por exemplo através de ataques DdoS podemos sobrecarregar servidores de uma grande empresa  e influenciar ou parar os seus serviços para que os seus clientes sofram e que levem a abandonar estes serviços, perdendo a empresa e milhares de euros, e se não for suficientemente forte acabar por falir. Muitas vezes são feitos por hackers pagos por empresas rivais e que são gerados por estes equipamentos de bolso que levamos para todo o lado através da rede WIFI e da nanotecnologia, mais comum como o NANO SIM que hoje em dia todos os telemóveis modernos usam um, falei em servidores e ataques a grandes empresas mas também por exemplo podemos imaginar hackers a lançarem um sinal para desactivar alarmes de casas para que outros possam “assaltar” à maneira antiga como por exemplo.
A WEB é um mundo dentro do nosso mundo, estes hackers estão salvaguardados para continuar a aumentar os seus estragos e a continuar a realizar os seus golpes sem que sejam descobertos, operando pelos meios de comunicação e pela Dark web ou Deep web, um lugar na web sem leis onde os servidores são anonimatos e sem registo. Todos os seus usuários estão debaixo desta rede de anonimato com a sua identidade protegida e que dentro de esta vendem armas, droga, etc... E com estas condições o cibercrime tem muita margem para progredir sem barreiras para os travar. Hoje são empresas a ir abaixo, amanhã cidades.
Estes dispositivos que usamos diariamente podem ser os olhos de quem quer fazer mal se estes o quiserem, como por exemplo através das câmaras podem aceder e ver a nossa localização, entrar nos nossos smartphones através das redes WIFI ou da nanotecnologia e  roubar passwords, como das redes sociais e muito mais grave aceder às nossas contas bancárias, sim porque hoje em dia todos os bancos disponibilizam uma plataforma NET. E será que estamos seguros ao usar essas plataformas pelos nossos smartphones ou até mesmo nos nossos computadores em casa com a nossa rede privada? Relembrando que até pessoas importantes que revolucionaram o mundo tecnológico como Bill Gates viram e certamente que ainda vêem hackeadas as suas contas bancárias. Tanto que Bill Gates aprimorou a WEB ao apresentar um software que seria utilizado por todo o mundo, a Microsoft, que desde da sua 1º versão até aos dias de hoje existem sempre actualizações de segurança devido ao mundo estar sempre em constante mudança e que nunca estamos seguros.
Existem dezenas de empresas/companhias que prestam serviços de segurança informática como a Kapersky, Norton, ESET NOD32 que lançam e relançam anti-vírus e aplicativos pagos para smartphones/computadores para proteger os nossos dados. Uma questão pertinente sobre este assunto que pode estar à volta de dinheiro, é o facto de estas empresas ganhando a vida ao nos protegerem de vírus e possíveis furtos de dados, não poderão estar relacionados com a própria introdução do vírus na web? Criando a necessidade às pessoas de comprar os seus serviços? Basicamente é para onde o marketing das empresas é direccionado, para a necessidade dos seus clientes.
E creio que nós somos muitas vezes os culpados por estes acontecimentos, porque a meu ver entendemos muito pouco desta matéria, pois a Internet é um mundo muito amplo como já disse e as oportunidades que existem para os hackers terem sucesso são bastantes, hoje em dia toda a gente tem email e certamente que já recebemos mensagens de “Entre aqui, ganhou 20,000,000€” e devido ao pouco conhecimento de muitas pessoas ou por ingénuas que estas sejam carregam e a partir daí está feita a ligação entre a pessoa que lançou esse email e os nossos dados. Falei nesta situação dos e-mails que são um pouco caricata, mas embora verdade.
Existindo outras formas, como os downloads que deve ser uma das vias mais utilizadas pelos hackers manipulando os ficheiros, outra também muito subtil são banners de publicidade que encontramos muitas vezes enquanto estamos a fazer pesquisa para trabalhos ou a ver coisas na Internet para comprar, basta um simples clique até mesmo sem querer, mensagens correntes que passam nas redes sociais, mensagens estas que até já foram reportadas através dos telejornais a alertar os usuários destas redes, para não falar que muitos usuários  podem ser crianças que os pais não monitorizam muito a sua actividade na web.
As gerações futuras entram neste mundo muito cedo, por exemplo vemos muitos pais a entreter os seus filhos com tablets e hoje em dia qualquer criança de 10 anos já tem total conhecimento da web e acedem a jogos, a vídeos e desconhecem os perigos a que estão a ser expostos.
Por fim gostaria de dizer que as novas tecnologias são uma mais valia para a nossa vida e que essa mais valia é consoante o uso que damos, por exemplo um cidadão comum pode efectuar transacções bancárias onde quiser, sem se deslocar ao banco, poupando muito tempo, ou por outro lado as novas tecnologias também são uma mais valia para o cibercrime. 
Cabe aos utilizadores informarem-se sobre os perigos existentes na Internet para minimizar possíveis acontecimentos.



Bibliografia


Oliveira, Pedro Miguel (2016), Quem vigia a Internet de Todas as Coisas? , Online, disponível em  http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-
Sem Autor (2016), Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve ser usada com algum cuidado,  Online, disponível em  http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html
Vasconcelos, Paulo (2016), O surfista e a onda: fraude na internet, Online, disponível em  http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet

Belanciano, Vítor (2014),  Não são apenas as celebridades que estão a nu na internet, Online, disponível em  https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563

Tatiana Amorim nº140142048

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Reflexão Individual - Segurança na Internet

A atualidade é caracterizada pela era digital, em que milhões de utilizadores, incluindo crianças e jovens, de diferentes culturas e estilos de vida, acedem à Internet com uma maior frequência. Apesar do mundo digital proporcionar inúmeras oportunidades e potencialidades, este também possibilita o acesso a riscos que ameaçam a nossa segurança e bem-estar, pelo que é necessário que os seus utilizadores estejam conscientes dos riscos que o seu uso e que tipo de procedimentos é necessáriosadotar para ajudar na sua proteção.  

A 30 de Abril de 1993 o CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear) estabeleceu a Internet (WWW – World Wide Web) e consequentemente houve uma explosão de servidores e serviços com utilizadores a disponibilizar e a aceder a informação, que por sua vez foi caracterizada como o Big Bang da era da informação (Vasconcelos, 2016). O mesmo autor sublinha que, atualmente, a Internet está presente em todos os setores de atividade e que para alguns é considerada uma componente indispensável. Sendo que existem empresas que são apenas encontradas na WWW (World Wide Web) e modelos de negócio que se baseiam única e exclusivamente em plataformas web (Vasconcelos, 2016), como por exemplo as aplicações da Uber e da Airbnb que estabelecem uma ligação direta entre consumidores e fornecedores através do uso de smartphones e tablets. Inclusive compras de seguros, de produtos sem o contacto direto, de passagens aéreas, etc., são realizadas através da Internet, cujo ponto em comum é a entrega de dados, resultando numa partilha em excesso de informação pessoal o que por sua vez cria um problema de segurança.

Apesar das empresas que fornecem o software e hardware dos nossos computadores investirem na cibersegurança, esta ainda apresenta algumas falhas. Os smartphones, por outro lado, são mais suscetíveis a certos riscos. O seu desenvolvimento tecnológico permitiu que este aparelho se tornasse indispensável no dia a dia, no entanto, a sua evolução, em contrapartida, proporcionou uma maior acessibilidade por parte de outrem. Vasconcelos sublinha a fragilidade da comunicação entre smartphones por referir que “ao fazer uma chamada de A para B, um hacker pode passar a controlar e a recolher todo o conteúdo da conversa. O smartphone de B pode ser usado para atacar outros dispositivos escondendo a origem do ataque” (2016). Da mesma maneira um smartphone pode ser facilmente infetado por vírus que visam “roubar palavras-passe dos utilizadores, autenticações bancárias, ou mesmo envio de mensagens e chamadas para números de valor acrescentado” (Internet Segura, 2016). São os comportamentos que consideramos discretos, que em certos momentos apresentam maior risco de exposição, como por exemplo, uma câmara desbloqueada de um computador ou smartphone permite intercetar o que estamos a fazer, que por sua vez pode evidenciar situações comprometedoras.

Os ataques às empresas baseadas na Internet, nomeadamente à Amazon, ao Twitter, à Spotify, à NetFlix e ao New York Times, mencionados por Oliveira (2016), demonstram a facilidade em aceder aos dispositivos através de câmaras, que por sua vez têm ligação de dados, ou seja, são capazes de enviar e receber informações, e são encontram em computadores. É de referir que o exito dos mesmo ataques foi conseguido pelo acesso de outros dispositivos que pertencem à Internet das Coisas. Este ecossistema retrata a multiplicação de dispositivos conectados à Internet que permitem a recolha de dados e posterioremente operar consoante a mesma (Solutions, 2016). Hoje em dia a Internet das Coisas é encontrada em aparelhos utilizados no nosso quotidiano, como frigoríficos, televisões, sistemas de casa, pulseiras de fitness, ente outros. “Segundo a Statista, em 2020 vão existir 50 mil milhões de dispositivos de IoT (Internet of Things) ligados” (Oliveira, 2016), o que é alarmante pois significará uma maior ocorrência de possíveis invasões dos dispositivos e consequentemente a aquisição de informação, que pode incluir fotos, vídeos e dados pessoais. Os mesmos dados podem ser adquiridos com o propósito de venda e uso por empresas para qualquer fim (Vasconcelos, 2016).

Não obstante aos riscos apresentados relativamente ao uso da Internet e da Internet das Coisas, ambos possuem inúmeras vantagens. A Internet, atualmente, proporciona novas formas de jogar, de comunicar de forma gratuita, de viajar e de novas formas de carreira, baseadas em plataformas web, como ser um(a) youtuber (Torres & Rodrigues, 2014). A Internet das Coisas, através da ligação de todos os dispositivos, engloba benefícios à nossa sociedade, proporcionando uma melhor qualidade de vida. Tendo como exemplo a sua utilização no sector da Saúde em que a implementação de chips, poderá tornar o diagnóstico mais rápido e proativo, ou no sector de transportes em que poderá a vir ser possível os automóveis comunicarem uns com os outros, permitindo assim uma maior eficiência nas viagens efetuadas e reduzindo drasticamente o número de acidentes rodoviários (Correia, Silveira, Venancio & Virtudes, 2011). Em suma as Novas Tecnologias são uma mais valia, no entanto devido à sua funcionalidade e ao poder atribuído as mesmas, estas possuem riscos, pelo que é de a responsabilidade dos seus utilizadores adquirirem conhecimento sobre as suas limitações e aplicarem as regras durante o seu uso, como também atualizarem os equipamentos de modo que as falhas de segurança sejam reparadas (Vasconcelos, 2016).

Por último, mas não menos importante, como futura profissional da educação é necessário ensinar às crianças como utilizar a Internet de forma segura, advertindo-as para os seus perigos, como também apresentar as suas vantagens, em oposição à imposição de limites e regras, pois existe a possibilidade de as contornarem.

Bibliografia

Correia, J.; Silveira, C., Venancio, R. e Virtudes, J. (2011). Sistemas de Recuperação de Informação. Trabalho da disciplina de Seminário de Sistemas e Tecnologias da Informação I. Universidade Atlântica, Portugal. Obtido em 25 de Novembro: http://ssti1-1112.wikidot.com/a-internet-das-coisas.

Guerreiro, A. (18 de Julho de 2014). A máquina Google. Público. Obtido em 25 de Novembro de 2016, de https://www.publico.pt/2014/07/18/culturaipsilon/noticia/a-maquina-google-1663271

Internet Segura. (2016). Smartphones e Tablets. Obtido em 25 de Novembro de 2016, de Internet Segura: http://www.internetsegura.pt/riscos-e-prevencoes/smartphones-e-tablets#what

Oliveira, P. M. (16 de Novembro de 2016). Quem vigia a Internet de Todas as Coisas? Exame Informática. Obtido em 25 de Novembro de 2016, de http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-

Torres, J. & Rodrigues, R. (Novembro de 2014). PowerPoint Segurança na Internet. Obtido em      16 de Novembro de 2016, de Escola Superior de Educação na Unidade Curricular Língua Portuguesa Tecnologia de Informação e Comunicação: http://moodle.ips.pt/1617/pluginfile.php/89711/mod_resource/content/1/sessao_ESE_LPTIC.pdf

Solutions, A. S. (2016). Internet of Things (IoT). Obtido em 25 de Novembro de 2016, de SAS: http://www.sas.com/pt_br/insights/big-data/internet-das-coisas.html

Vasconcelos, P. (3 de Novembro de 2016). O surfista e a onda: fraude na internet. Visão. Obtido em 25 de Novembro de 2016, de http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet

Discente: Ísis Montenegro nº 140142069

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Stripgenerator

Stripgenerator é um site que permite a criar os nossos próprios comics. Proporciona um conjunto fixo de personagens, itens e símbolos, fáceis de manusear, de modo a criar vinhetas únicas e personalizadas. Após a sua exploração, criámos a seguinte tira: